{"Data":[{"Id":15,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Ácaros","Icone_png":"ico_acaros.png","Morfologia":"Os ovos são esféricos, ligeiramente achatados, estriados num dos pólos com uma arista central e apresentam uma cor rosada a vermelha viva medindo cerca de 0,1 mm. O adulto \u003cem\u003ePanonychus ulmi\u003c/em\u003e apresenta uma coloração avermelhada, cor de tijolo, com duas manchas escuras no dorso e 4 pares de patas. A fêmea possui um corpo globuloso, vermelho carmim ou castanho-avermelhado com fortes pêlos dorsais implantados sobre protuberâncias brancas, apresentando cerca de 0,7 mm de comprimento. Os machos de cor vermelha-esverdeada, são mais pequenos do que as fêmeas, medindo aproximadamente 0,5 mm, possuindo a extremidade do corpo afunilada.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/acaros_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/acaros_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/acaros_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eFêmea de aranhiço vermelho.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eMacho de aranhiço vermelho.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eFêmea e ovos de aranhiço.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003eAs larvas e ninfas são avermelhadas ou vermelho-alaranjadas. As primeiras medem cerca de 0,2 mm de comprimento e possuem 3 pares de patas enquanto que, as segundas, ao igual que os adultos, possuem 4 pares.\u003cbr /\u003eOs ovos do aranhiço amarelo são esbranquiçados, arredondados e sem arista. O adulto de \u003cem\u003eanhycus urticae\u003c/em\u003e apresenta uma coloração esbranquiçada-amarelada e duas manchas escuras longitudinais no dorso. As fêmeas possuem o corpo globoso e 4 pares de patas. ","Estragos":"Alimentam-se nas folhas sugando o seu conteúdo celular, originam descoloração, sobretudo na página inferior, provocando o vazamento das células e entrada de ar. Os primeiros sintomas são pontuações cloróticas difusas no caso de P. ulmi ou manchas cloróticas no caso do T. Urticae. Com o aumento da população dos ácaros, toda a folha é atingida, adquirindo um aspecto prateado que, com a morte subsequente das células, se transforma numa tonalidade bronzeada, característica do ataque da praga. A desfoliação precoce, quando intensa, enfraquece a planta e pode-se traduzir em redução de produção. Quando a planta ainda é jovem, as teias produzidas por esta praga impedem o desenvolvimento das folhas.  ","Estrategialuta":"A estimativa do risco pode ser feita observando as infestantes da espécie \u003cem\u003eSolanum nigrum\u003c/em\u003e (erva-moira) que existem no campo e milho, visto que estas são hospedeiras desta praga. Também se pode proceder à recolha de uma amostragem aleatória de 25 folhas da base da cultura do milho e passá-la por um sistema de crivos, de modo a contabilizar as formas móveis. Não existe NEA definido para esta praga na cultura do milho.","Meiosluta":"Salientam-se como meios de luta cultural as fertilizações equilibradas, evitando excessos de adubação azotada; reduzir o número de tratamentos fitossanitários, especialmente com produtos agressivos para os auxiliares, efectuados no combate a outras pragas/doenças e o controlo das infestantes presentes nas bordaduras do campo de milho ajudam no controlo desta praga a níveis populacionais aceitáveis que não causem prejuízos. \u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href=\u0027http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026Fung/Culturas/milho.htm\u0027 target=\u0027_blank\u0027\u003eClick aqui para obter informação sobre a luta química.\u003c/a\u003e","Descricao":"Os principais ácaros que atacam o milho são o aranhiço amarelo (Tetranychus urticae) e o aranhiço vermelho (Panonychus ulmi), que têm a seguinte classificação sistemática: filo- Arthropoda; sub-filo: Chelicerata; classe- Epimerata; ordem- Actinotrichida; sub-ordem: Acaridida; super-família: Tetranychoidea e família- Tetranychidae.","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":1,"NomeCultura":"Arroz","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Afídeos","Icone_png":"ico_afideos.png","Morfologia":"Os afídeos são insectos pertencentes à ordem dos hemípteros, sendo a espécie mais comum \u003cem\u003eSchizaphis graminum\u003c/em\u003e, um pequeno afídeo, com cerca de dois milímetros, que ataca a maioria das plantas gramíneas, possui uma coloração que vai do verde pálido a um verde amarelado. Outra espécie relativamente comum é \u003cem\u003eSitobium avenae\u003c/em\u003e, também com uma coloração verde pálida, mas com um comprimento de três milímetros.\u003cbr /\u003eOs afídeos apresentam-se habitualmente em formas apteras, aparecendo em determinadas alturas fêmeas aladas, que voam para outras plantas originando novas colónias.  \u003cbr /\u003e\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/afideos_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/afideos_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cem\u003eSchizaphis graminum\u003c/em\u003e apteros \u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cem\u003eSchizaphis graminum\u003c/em\u003e alado\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Estão providos de uma armadura bucal picadora-sugadora que utilizam para sugar o conteúdo celular e injectar uma hormona de crescimento – ácido indol-acético – juntamente com a saliva, provocando uma dessecação e deformação da zona atacada. Ao picar a folha causam uma cicatriz em linha recta, puntiforme, com um contoo amarelado-avermelhado.\u003cbr /\u003eOutro prejuízo advém da segregação de melada, que dificulta a actividade fotossintética da folha. Por vezes formam grandes colónias que ocupam as folhas, especialmente na sua zona apical. Quando atacam o arroz no estado leitoso provocam a deformação do grão e da panícula. \u003cbr /\u003eAparecem no arrozal a partir do espigamento, multiplicando-se muito rapidamente se as condições ambientais o permitirem. A presença e os danos podem passar despercebidos ao orizicultor até que a cultura apresente uma cor pardacenta característica e um atraso vegetativo.    \u003ctable align=\u0027center\u0027 cellspacing=\u00278\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/afideos_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/afideos_4.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAspecto típico de um ataque severo de afídeos\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eAtaque de afídeos em arroz\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"O período de monitorização vai desde o afilhamento até ao inicio de maturação do grão, sendo o método de amostragem a observação as plantas ocupadas, considerando-se ocupada a planta que possui mais de 5 indivíduos. A unidade de amostra é 25 plantas, devendo efectuar-se 4 amostra por cada 10 ha. O NEA a praticar em Portugal considera o limite máximo de 20% de plantas ocupadas.","Meiosluta":"É susceptível de existir no arrozal um complexo de insectos auxiliares passíveis de darem o seu contributo para a limitação das populações de afídeos, entre eles os mais importantes são \u003cem\u003eCoccinella septempunctata\u003c/em\u003e, \u003cem\u003eChrysopa vulgaris\u003c/em\u003e e \u003cem\u003eAphidis colemani\u003c/em\u003e.","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":16,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Afídeos","Icone_png":"ico_afideos2.png","Morfologia":"Apresentam uma coloração esverdeada-acastanhada, a forma do corpo é oval com o abdómen mais ou menos alongado e variam no seu comprimento de 0,4 a 7 mm. Possuiem uma armadura bucal picadora-sugadora.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/afideos_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/afideos_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAdultos apteros de \u003cem\u003eSitobion avenae\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eIndivíduos de \u003cem\u003eRhopalosiphum maidisem\u003c/em\u003e folha de milho.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Os afídeos além de produzirem melada, que dá origem ao aparecimento de fumagina, também provocam o enrolamento e a deformação das folhas, que ficam com aspecto encarquilhado. As flores e os frutos também podem ser atacados. Se a intensidade de ataque desta praga for elevada a cultura pode sofrer perdas directas na sua produção. São importantes vectores de vírus.","Estrategialuta":"A estimativa do risco pode ser feita recorrendo à observação visual semanal do campo de milho, de modo a detectar a presença dos primeiros focos de ataque nos jovens rebentos ou através da captura de adultos nas armadilhas cromotrópicas amarelas. Não existe NEA a referenciar para esta praga na cultura do milho.","Meiosluta":"Como meio de luta cultural devem-se evitar os excessos de fertilizações azotadas.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href=\u0027http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026Fung/Culturas/milho.htm\u0027 target=\u0027_blank\u0027\u003eClick aqui para obter informação sobre a luta química.\u003c/a\u003e","Descricao":"Os afídeos são homópteros da superfamília \u003cem\u003eAphidoidea\u003c/em\u003e e são vulgarmente designados por piolhos ou pulgões. Destes, os mais prejudiciais à cultura do milho são \u003cem\u003eSitobion avenae\u003c/em\u003e,  \u003cem\u003eA. metopolophium\u003c/em\u003e e \u003cem\u003eRhopalosiphum maidis\u003c/em\u003e.","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":17,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Alfinetes","Icone_png":"ico_alfinetes.png","Morfologia":"A larva é alongada com os lados paralelos, atingindo de comprimento máximo 17 a 18 mm. O corpo é segmentado e constituído por cabeça, 3 segmentos torácicos e 9 segmentos abdominais, sendo o último em ogiva. Apresenta mandíbulas fortes, curtas, agudas e dentadas inteamente. Possui pequenas patas com 5 segmentos. \u003cbr /\u003eO adulto é um pequeno coleóptero, alongado, achatado e revestido de uma pubescência cinzento-esbranquiçada ou amarelada. A cabeça é larga e pontuada, as antenas são curtas com segmentos irregulares e apresenta fortes mandíbulas.","Estragos":"\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/alfinetes_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/alfinetes_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eEstragos provocados por \u003cem\u003eAgriotes spp. \u003c/em\u003e em sementes.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eEstragos provocados por \u003cem\u003eAgriotes spp. \u003c/em\u003e em batata.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003eOs ataques destas larvas são mais gravosos nas culturas de Primavera. Nas plantas jovens, podem ocorrer a partir da germinação e prolongar-se por um grande período. As larvas fixam-se ao colo da planta que perfuram e nela se alimentam, a folha terminal da planta amarelece, murcha e seca. Na planta atacada, ou à sua volta no solo, pode encontrar-se a larva de alfinete (buraco de 1 a 2 mm provocado pela sua entrada na planta).\u003cbr /\u003eOs seus ataques podem destruir grande parte da cultura. Em regra, existem duas épocas do ano em que as larvas sobem para as camadas superiores, Abril e Outubro/Novembro. Em solo húmido as larvas imobilizam-se enquanto que em solo seco apresentam maior actividade e causam maiores prejuízos.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/alfinetes_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAtaque de \u003cem\u003eAgriotes spp\u003c/em\u003e num campo de milho.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"Na prospecção e quantificação das larvas podem ser utilizados dois métodos:\u003col type=a\u003e\u003cli\u003earmadilha alimentar\u003c/li\u003e\u003cli\u003esonda e crivagem\u003c/li\u003e\u003c/ol\u003eA \u003cb\u003earmadilha alimentar\u003c/b\u003e é constituída por recipiente plástico de 650 ml em forma de vaso, no qual é colocado o isco (mistura de 30 ml de milho + 30 ml de trigo) e na parte superior coloca-se vermiculite.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/alfinetes_4.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eArmadilha alimentar para captura de alfinetes\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003eA armadilha deve ser humedecida antes da sua colocação no local definitivo. Aqui deve ser colocada de modo a que o isco fique à profundidade de 15 a 20 cm da superfície do solo. A tampa da armadilha deve ficar separada por 2 cm de terra e destina-se a reter o anidrido carbónico emitido pelos grãos em germinação. O conteúdo da armadilha é triado manualmente para contagem das larvas, em regra, de 15 em 15 dias. Nas culturas do milho, do girassol e da beterraba este método pode ser realizado depois da sementeira, em caso de estragos, para verificar se as larvas de alfinete foram as responsáveis. \u003cbr /\u003eO NEA a referenciar por este método e para esta praga é, em média, 2 larvas.\u003cbr /\u003eO período de observação da \u003cb\u003esonda e crivagem\u003c/b\u003e é antes das sementeiras. É um método clássico que consiste em observar um metro quadrado de terra por crivagem desde a superfície até à profundidade de 30 cm (1 m2 * 4/ha). O NEA a referenciar por este método é, em média, 20 larvas/m\u003csup\u003e2\u003c/sup\u003e .\u003cbr/\u003e\u003cbr/\u003e\u003ctable id=\u0027nea\u0027\u003e\u003ctr class=\u0027tit_tbl\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eEstimativa do risco\u003c/td\u003e\u003ctd colspan=2\u003eNEA\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr class=\u0027tit\u0027\u003e\u003ctd nowrap\u003eÉpoca de observação\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap\u003eMétodo de amostragem\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap\u003eA referenciar\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap\u003ePara orientação\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd rowspan=2\u003eAntes da sementeira:\u003cbr /\u003eSetembro a Novembro; \u003cbr /\u003eMarço a Maio\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eCrivagem de solo\u003cbr /\u003e(1 m\u003csup\u003e2\u003c/sup\u003e x 4/ha)\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e20 larvas / m\u003csup\u003e2\u003c/sup\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e-\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003eMonitorização de larvas com armadilhas atractivas com isco\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e-\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eMédia 5 larvas (estragos significativos)\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003eMaio a Setembro ou Março a Agosto\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eMonitorização de adultos através de armadilhas sexuais\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e-\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eCompleta o método a realização das 1as capturas determina a oportunidade de tratamentos\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e\u003cbr/\u003ePara \u003cu\u003eprospecção das larvas\u003c/u\u003e podem utilizar-se pedaços de batata ou, de preferência, nabo que se enterram a 5 cm de profundidade, devidamente assinalados, e a distancia de 1 cm, em vários pontos da parcela. As observações e contagens das larvas devem ser realizadas semanalmente, a partir de Março. Nas observações tira-se o isco para um tabuleiro e a terra, num raio de 5 cm.\u003cbr/\u003e\u003cbr/\u003eA \u003cu\u003emonitorização de adultos\u003c/u\u003e através de armadilha sexual indica o período de posturas e é feita, de acordo com a espécie, nos períodos de Março a Agosto ou de Maio a Setembro. Este método poderá complementar os anteriores e determina a \u003cu\u003eoportunidade de tratamento\u003c/u\u003e.","Meiosluta":"\u003ca href=\u0027http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026Fung/Culturas/milho.htm\u0027 target=\u0027_blank\u0027\u003eClick aqui para obter informação sobre a luta química.\u003c/a\u003e","Descricao":"Os alfinetes pertencem ao reino Animalia, filo \u003cem\u003eArthropoda\u003c/em\u003e, classe \u003cem\u003eInsecta\u003c/em\u003e, ordem \u003cem\u003eColeoptera\u003c/em\u003e e \u003cem\u003efamíla Elateridae\u003c/em\u003e.","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":6,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Antracnose","Icone_png":"ico_antracnose.png","Morfologia":" As folhas e o caule, no final do ciclo vegetativo, apresentam manchas inicialmente pardas, ovais, pequenas e com aspecto aquoso e que mais tarde adquirem um aspecto acastanhado-avermelhado, com o bordo mais escuro ou amarelado. Posteriormente dá-se a coalescência das lesões com morte de zonas mais ou menos extensas da folha notando-se a presença de acérvulos com sedas.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/antracnose_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/antracnose_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eManchas no colmo provocadas por \u003cem\u003eColletotrichum graminicola\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eSintomas de antracnose na folha de milho .\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Os colmos partem-se com facilidade na zona atacada.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/antracnose_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eEstragos provocados por antracnose.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"\u003cu\u003eLuta cultural\u003c/u\u003e- rotação de culturas; fertilizações equilibradas e enterramento de restolho o mais cedo possível;\u003cbr /\u003e\u003cu\u003eLuta genética\u003c/u\u003e- utilização de variedades resistentes.","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"As condições favoráveis ao aparecimento desta doença são:\u003cul\u003e\u003cli\u003ehumidade relativa elevada (duração do período de humectação); \u003c/li\u003e\u003cli\u003ehospedeiros susceptíveis; \u003c/li\u003e\u003cli\u003epresença de inóculo (conídios) e fonte de inóculo (restolhos, semente e hospedeiros alteativos). \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e"},{"Id":18,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Broca do milho","Icone_png":"ico_brocadomilho.png","Morfologia":"Após a postura, os ovos apresenta uma coloração esbranquiçada, evoluindo posteriormente para rosa-creme, apresentando estrias longitudinais onde muito próximo da eclosão se observam pontos negros. \u003cbr /\u003eA lagarta tem 3 a 4 cm de comprimento no máximo do seu desenvolvimento, apresentando uma cor variável, de amarelo a castanho-rosado, que se esfuma numa linha dorsal de coloração ambar. Possui linhas laterais com grandes estigmas pretos alongados, com a cápsula cefálica e a placa torácica castanhas. Em cada segmento possui 4 sedas em fila no 9º tergito.\u003cbr /\u003eA crisálida mede entre 35-40 mm, apresentando-se de cor castanha-acaju claro nos primeiros dias, escurecendo com o aproximar da emergência.\u003cbr /\u003eO adulto com cerca de 3 a 4 cm de envergadura apresenta as asas anteriores de cor cinzenta ligeiramente mais escura junto às bordaduras, com 5 a 6 pontos negros e as asas posteriores inteiramente brancas. As antenas do macho são bipectinadas.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/brocadomilho_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/brocadomilho_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/brocadomilho_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eLarva de \u003cem\u003esesamia nonagrioides\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eCrisálida de \u003cem\u003esesamia nonagrioides\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eSesamia nonagrioides\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Os ataques da 1ª geração podem destruir completamente uma parcela de milho. Os ataques a plantas muito jovens, quase sempre provocam a morte das folhas centrais. Estes sintomas revelam-se mais rapidamente em dias quentes e com sol. Os ataques das 2ª e 3ª gerações não provocam estragos significativos na produção de espigas e grão, no entanto, os caules ficam todos perfurados e já próximo da colheita, se ocorrerem ventos fortes, caiem no chão impedindo a colheita mecânica.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/brocadomilho_4.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eEstrago provocado por \u003cem\u003eSesamia nonagrioides\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"A \u003cb\u003emonitorização\u003c/b\u003e da praga faz-se colocando armadilhas sexuais em meados de Abril para captura de adultos, com observações semanais.\u003cbr /\u003eA \u003cb\u003eestimativa do risco\u003c/b\u003e da 1ª geração inicia-se em Maio recorrendo à observação visual  e à instalação de armadilhas sexuais para captura de adultos e definição de voos. Na 2ª geração inicia-se em Julho. Ao pico de voo devem-se observar 10 plantas contíguas em 10 locais diferentes da parcela e escolhidos ao acaso, o que perfaz uma amostragem de 100 plantas.\u003cbr /\u003eA \u003cb\u003eoportunidade de tratamento\u003c/b\u003e, para a 1ª geração, ocorre quando se dá o pico máximo das capturas e desde que o agricultor verifique que se atingiu o NEA.\u003ctable id=\u0027nea\u0027\u003e\u003ctr class=\u0027tit_tbl\u0027\u003e\u003ctd colspan=3\u003eEstimativa do risco\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=2\u003eNEA a referenciar\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr class=\u0027tit\u0027\u003e\u003ctd nowrap\u003eÉpoca de observação\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap\u003eMétodo de amostragem\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap\u003eÓrgãos a amostrar\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003e1ª geração\u003cbr/\u003e(início de Maio)\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eInstalação de armadilhas sexuais para captura de adultos e definição dos voos.\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=2\u003eAo pico do voo: observar 10 plantas contíguas em 10 pontos diferentes e ao acaso.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003e 3% de caules infestados com a praga, no início dos estados móveis.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003e2ª geração\u003cbr/\u003e(início de Julho)\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eRealização de tratamentos ao pico máximo de capturas.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e-\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Meiosluta":"Os meios de luta culturais provocam uma redução drástica das larvas e consistem fazer a ceifa com ceifeira debulhadora, cortando as plantas junto ao solo com posterior. fresagem e lavoura profunda a 30 cm. As adubações azotadas devem ser equilibradas de modo a evitar o excesso de vigor e quebra das plantas em dias de vento. \u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href=\u0027http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026Fung/Culturas/milho.htm\u0027 target=\u0027_blank\u0027\u003eClick aqui para obter informação sobre a luta química.\u003c/a\u003e","Descricao":"A broca do milho pertence à classe dos insectos, à ordem dos lepidópteros e à família \u003cem\u003eNoctuidae\u003c/em\u003e.","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":7,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Ferrugem","Icone_png":"ico_ferrugem.png","Morfologia":"Este fungo produz soros uredospóricos, inicialmente alaranjados e posteriormente evoluem para acastanhados, elipsoidais de dois a quatro cm de diâmetro na página superior e inferior das folhas, nas brácteas e no colmo.","Estragos":"Em ataques severos provoca o dessecamento das folhas.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/ferrugem_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/ferrugem_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eSintomas de ferrugem no milho.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"\u003cu\u003eLuta genética\u003c/u\u003e: cultivares resistentes.\u003cbr /\u003e\u003cu\u003eLuta cultural\u003c/u\u003e: controlo da rega.","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"As condições favoráveis ao seu desenvolvimento são:\u003cul\u003e\u003cli\u003etemperatura amena (16-23ºC); \u003c/li\u003e\u003cli\u003ehumidade relativa elevada (humectação); \u003c/li\u003e\u003cli\u003esusceptibilidade da cultivar. \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003eSe estas condições se verificarem e se existir inóculo (uredósporos- ecidiósporos) dá-se a infecção.\u003cbr /\u003eO hospedeiro secundário secundário deste fungo é a infestante \u003cem\u003eOxalis spp. \u003c/em\u003e"},{"Id":8,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Fusariose da espiga","Icone_png":"ico_fusariosedaespiga.png","Morfologia":"Este fungo provoca a descoloração das brácteas e o seu posterior avermelhamento ou apresentação de tonalidade rosada. A espiga fica colada às brácteas por micélio esbranquiçado e dá-se o desenvolvimento de massa micelial cotonosa, na extremidade ou em toda a espiga, com formação de esporodóquios (cor branca, salmão, rosa ou vermelho).\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/fusariosedaespiga_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/fusariosedaespiga_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eFusariose da espiga.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Este fungo inviabiliza as maçarocas comercialmente. ","Estrategialuta":"\u003cu\u003eLuta genética\u003c/u\u003e: utilização de híbridos resistentes;\u003cbr /\u003e\u003cu\u003eLuta cultural\u003c/u\u003e: adubações equilibradas em azoto e potássio e diminuição da densidade de sementeira.","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"As condições favoráveis ao seu desenvolvimento são: \u003cul\u003e\u003cli\u003etempo seco e quente (F. moniliforme), tempo frio e húmido (F. graminearum );\u003c/li\u003e\u003cli\u003epresença de lesões; \u003c/li\u003e\u003cli\u003ehumidade do grão superior a 15% durante a fase de armazenagem. \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003eEstas condições aliadas à presença de inóculo (conídios, ascósporos), de uma fonte de inóculo (solo-restolho; semente) e com a ajuda do vento que propaga os esporos, são ideais à sua proliferação."},{"Id":9,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Fusariose do colmo","Icone_png":"ico_fusariosedocolmo.png","Morfologia":"Este fungo provoca uma repentina alteração da tonalidade das folhas que passam a verde baço. Ocorre uma descoloração dos tecidos da medula e seu posterior avermelhamento ou apresentação de tonalidade rosada. Posteriormente dá-se a fragmentação e desagregação da medula. Por vezes observa-se a presença de peritecas à superfície do colmo, os seus nós apresentam-se rosados com pequenos pontos.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/fusariosedocolmo_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eFusariose do colmo.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Na fase de enchimento do grão pode levar a uma queda de produção.","Estrategialuta":"\u003cu\u003eLuta genética\u003c/u\u003e: utilização de híbridos resistentes;\u003cbr /\u003e\u003cu\u003eLuta cultural\u003c/u\u003e: adubações equilibradas em azoto e potássio e diminuição da densidade de sementeira.","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"As condições favoráveis ao seu desenvolvimento são: \u003cul\u003e\u003cli\u003etemperaturas elevadas (28-30ºC) e humidade do solo elevada; \u003c/li\u003e\u003cli\u003eelevada nutrição azotada e desequilíbrios nutritivos; \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003eEstas condições aliadas à presença de inóculo (conídios, ascósporos) e a uma fonte de inóculo: solo (restolho) e semente, são ideais à sua proliferação."},{"Id":10,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Helmintosporiose","Icone_png":"ico_helmintosporiose.png","Morfologia":"Estes fungos provocam lesões de cor parda e de forma ovolada, até 10 mm de comprimento, espalhadas pelas folhas, podendo até afectar as brácteas e as espigas com lesões necróticas (raça T).\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/helmintosporiose_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/helmintosporiose_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eLesões na folha provocadas pelo fungo \u003cem\u003eExserohilum turcicum\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/helmintosporiose_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/helmintosporiose_4.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eLesões na espiga provocadas pelo fungo \u003cem\u003eBipolaris maydis\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Estes fungos provocam manchas no campo de milho, antes do grão pastoso as folhas ficam completamente secas podendo cair se o ataque for forte.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/helmintosporiose_5.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eEstragos provocados pelo fungo \u003cem\u003eExserohilum turcicum\u003c/em\u003e numa variedade susceptível (esquerda) perante uma variedade resistente (Direita).\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"Os meios de luta utilizados na prevenção desta doença são:\u003cul\u003e\u003cli\u003eDesinfecção de sementes (é nas sementes que se dá a infecção primária); \u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eLuta cultural\u003c/u\u003e- Destruição do restolho, promovendo a sua rápida decomposição;\u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eLuta genética\u003c/u\u003e: utilização de sementes de híbridos resistentes; \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Esta doença pode ser provocada pelos fungos \u003cem\u003eBipolaris maydis\u003c/em\u003e, \u003cem\u003eCochliobolus heterostrophus\u003c/em\u003e– teleomorfo, \u003cem\u003eExserohilum turcicum\u003c/em\u003e e \u003cem\u003eSetosphaeria turcica\u003c/em\u003e- teleomorfo.","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":3,"NomeCultura":"Arroz","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Lagarta de Folha","Icone_png":"ico_lagartadefolha.png","Morfologia":"São lagartas de leptidópteros pertencentes à famílias dos noctuídeos, cujos adultos têm sobretudo actividade a partir do entardecer. A principal espécie é a \u003cem\u003eMythimna unipuncta\u003c/em\u003e, possui cor ocre, pouco vistosas e cada uma das asas tem um ponto branco num fundo negro, distintivo, alcançando 4 cm de envergadura. As lagartas atingem 4-5 cm de comprimento.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd valign=\u0027top\u0027\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/lagartasdafolha_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=\u00273\u0027\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/lagartasdafolha_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eMythima unipuncta\u003c/em\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd valign=\u0027bottom\u0027\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/lagartasdafolha_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eMythima unipuncta\u003c/em\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eLarva de \u003cem\u003eMythima unipuncta\u003c/em\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003eOutras espécies, como \u003cem\u003eSpodoptera litoralis\u003c/em\u003e, \u003cem\u003ePieris brassicae\u003c/em\u003e, \u003cem\u003eLaphigma exigua\u003c/em\u003e, podem estar presentes no arrozal, mas raramente causam problemas.","Estragos":"Os danos resultam da actividade alimentar das lagartas, que possuindo uma armadura-bucal trituradura roem as folhas, diminuindo desta forma a área foliar. O ataque inicia-se a 2-3 cm do ápice da folha, deixando unicamente a nervura central. Durante o espigamento as lagartas demonstram uma enorme voracidade, chegando a atacar as espiguetas e a secar a panícula.\u003cbr /\u003eAlguns autores califoianos sugerem que quando acontece uma desfoliação superior de 25% por altura do espigado as perdas na colheita serão significativas.","Estrategialuta":"Os primeiros sintomas podem ser observados nos finais de Junho nas margens dos canteiros.\u003cbr /\u003eO seguimento das populações pode ser efectuada desde os fins de Junho até meados de Agosto pela observação da presença das lagartas nas plantas. Em Espanha considera-se a unidade amostral 25 plantas, efectuando-se 4 amostragens por 10 ha. Outra forma de monitorização é a colocação de armadilhas untadas com feromonas atraentes para os adultos, sendo as capturas expressas em adultos/armadilha/dia. No mesmo País considera-se NEA como 1% de plantas com danos e/ou lagartas.","Meiosluta":"Na luta biológica existe um organismo que parasita as lagartas – \u003cem\u003eApanteles militaris\u003c/em\u003e – os adultos colocam os seus ovos no interior das mesmas, matando-as quando as larvas saem do interior para pupar. ","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":2,"NomeCultura":"Arroz","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Lagartas do colmo","Icone_png":"ico_lagartasdocolmo.png","Morfologia":"A espécie mais importante é a \u003cem\u003eChilo suppressalis\u003c/em\u003e, um leptidóptero pertencente à família dos Pyralididadae. Uma mariposa de pequena envergadura, com comprimento entre 20 a 28 mm, sendo os machos ligeiramente menores. As asas anteriores possuem uma cor ocre e têm uma fila de sete pontos negros nos extremos, enquanto que o par posterior tem tonalidades esbranquiçadas, sendo que as asas das fêmeas são mais claras. Quando em repouso as asas dispõem-se em forma de telhado.\u003cbr /\u003eAs lagartas são igualmente de cor ocre, caracterizadas por apresentar cinco linhas longitudinais que percorrem todo o corpo. Podem atingir um comprimento máximo de 22 mm, a capsula cefálica é de cor negra.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/lagartasdocolmo_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/lagartasdocolmo_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eChilo supressalis\u003c/em\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e Lagarta de \u003cem\u003eChilo supressalis\u003c/em\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Os danos de primeira geração são desprezíveis, na medida em que são compensados pelo afilhamento. A altura mais perigosa vai desde os princípios de Agosto, quando se dá a floração, até fins de Setembro, quando acontece maturação da panícula. Os prejuízos são devido à não afluência de seiva à parte superior da planta, impossibilitando o desenvolvimento da panícula, que fica branca, não produzindo grãos. Ataques após a formação da espiga não tem efeitos negativos, até porque a planta não acama nem afectando a maturação da panícula.\u003ctable align=\u0027center\u0027 cellspacing=\u00278\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/lagartasdocolmo_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eEstragos provocados por \u003cem\u003eChilo supressalis\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"Informação Não Disponível","Meiosluta":"Em Portugal, talvez devido à pouca importância desta praga, não se encontra homologado nenhum produto fitofarmacêutico. ","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":4,"NomeCultura":"Arroz","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Lagartinha Vermelha","Icone_png":"ico_lagartinhavermelha.png","Morfologia":"A lagartinha vermelha é um díptero pertencente à família dos quironómidos. Os adultos são  parecidos a mosquitos, alcançando 1,5 mm de envergadura e 1 mm de grossura. Apresentam uma armadura bucal pouco desenvolvida e um tubo digestivo atrofiado, uma vez que em adultos não se alimentam. As patas posteriores são mais compridas que as restantes, e enquanto os machos possuem antenas plumosas, as fêmeas têm antenas monoliformes.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/lagartinhavermelha_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eMacho, larvas e pupas da lagartinha vermelha (da esquerda para a direita).\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Os danos são provocados pelas larvas, sendo as fases do arroz mais susceptíveis aquelas que vão desde a germinação até ao estado fenológico de três folhas, podendo provocar prejuízos até ao afilhamento. Após esta fase a planta tem um desenvolvimento suficiente que permite suportar os danos.\u003cbr /\u003eAs plântulas atacadas são mais susceptíveis à acama precoce, ao ataque de outras doenças e pragas, podem igualmente desenraizar do solo e ser arrastadas pelo vento.","Estrategialuta":"A monitorização e a estimativa do risco desta praga é realizada durante os estados fenológicos que vão da germinação até ao afilhamento, observando-se os estragos ou as larvas da praga nas raízes das plântulas, percorrendo a parcela na diagonal, na direcção contrária à do vento, sendo realizadas observações semanais de 25 raízes ao acaso. Em Espanha como método alteativo aplica-se uma calda de insecticida, habitualmente malatião, em unidades amostrais de 1-2 m\u003csup\u003e2\u003c/sup\u003e,  2-4 por cada 10 ha, contando-se passado alguns minutos as larvas mortas. Em caso de se optar pelo primeiro método considera-se o Nível Económico de Ataque (NEA) como maior ou igual que 1% de raízes atacadas. Para o segundo método o NEA é atingido quando se contam mais que 5 larvas mortas quando a cultura está no estado fenológico entre 1 a 3 folhas.","Meiosluta":"O único meio de luta praticado é o meio de luta cultural, que consiste numa correcta gestão das águas do canteiro de modo a combater a propagação desta praga.","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":19,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Melolonta","Icone_png":"ico_melolonta.png","Morfologia":"\u003cp\u003eO ovo apresenta uma forma oval, com 4,5 mm de comprimento e 3,3 mm de largura, aumentando para 5,5 mm, toando-se esf\u0026eacute;rico. A colora\u0026ccedil;\u0026atilde;o \u0026eacute; branca, evoluindo para creme. \u003cbr /\u003eO adulto \u0026eacute; castanho-claro, com os \u0026acirc;ngulos posteriores do pronoto arredondados e o pigid\u0026iacute;dio prolongado.\u003c/p\u003e\u003ctable align=\"center\"\u003e\u003ctbody\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\"../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/melolonta_1.png\" alt=\"\" /\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\"../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/melolonta_2.png\" alt=\"\" /\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eMelolontha papposa\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eLarva de \u003cem\u003eMelolontha spp. \u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/tbody\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"\u003cp\u003eAs larvas podem provocar grandes estragos nas ra\u0026iacute;zes e no colo das plantas, das quais se alimentam. As mais desenvolvidas produzem grandes cortes nessas ra\u0026iacute;zes, por vezes destruindo todo o sistema radicular provocando a morte da planta.\u003c/p\u003e\u003ctable align=\"center\"\u003e\u003ctbody\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\"../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/melolonta_3.png\" alt=\"\" /\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003eEstragos provocados por \u003cem\u003eMelolontha papposa\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/tbody\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"\u003cp\u003eNa \u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eestimativa do risco\u003c/span\u003e a quantifica\u0026ccedil;\u0026atilde;o das larvas no solo pode efectuar-se com a mesma metodologia que se usa no caso do alfinete (crivagem do solo). O per\u0026iacute;odo de observa\u0026ccedil;\u0026atilde;o deve ser de Maio a Setembro, enquanto as larvas se encontram nas camadas mais superficiais. O NEA referenciado a n\u0026iacute;vel nacional \u0026eacute; 3 a 5 larvas/m\u003csup\u003e2\u003c/sup\u003e.\u003c/p\u003e\u003ctable id=\"nea\" align=\"center\"\u003e\u003ctbody\u003e\u003ctr class=\"tit_tbl\"\u003e\u003ctd colspan=\"2\"\u003eEstimativa do risco\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=\"2\"\u003eNEA a referenciar\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr class=\"tit\"\u003e\u003ctd nowrap=\"nowrap\"\u003e\u0026Eacute;poca de observa\u0026ccedil;\u0026atilde;o\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap=\"nowrap\"\u003eM\u0026eacute;todo de amostragem\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003eFim de Agosto a Fim de Maio.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eCrivagem de solo.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e3 - 5 larvas / m\u003csup\u003e2\u003c/sup\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/tbody\u003e\u003c/table\u003e","Meiosluta":"\u003cp\u003eA \u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eluta cultural\u003c/span\u003e \u0026eacute; eficaz na limita\u0026ccedil;\u0026atilde;o desta praga, recorrendo \u0026agrave;s seguintes pr\u0026aacute;ticas:\u003c/p\u003e\u003cul\u003e\u003cli\u003eMobiliza\u0026ccedil;\u0026otilde;es de Ver\u0026atilde;o (contribuem para a destrui\u0026ccedil;\u0026atilde;o de ovos e larvas);\u003c/li\u003e\u003cli\u003eRegas equilibradas, sobretudo em solos arenosos (a humidade e este tipo de solos s\u0026atilde;o prop\u0026iacute;cios ao seu desenvolvimento).\u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e\u003cp\u003e\u003ca href=\"http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026amp;Fung/Culturas/milho.htm\" target=\"_blank\"\u003eClick aqui para obter informa\u0026ccedil;\u0026atilde;o sobre a luta qu\u0026iacute;mica.\u003c/a\u003e\u003c/p\u003e","Descricao":"\u003cp\u003eA esp\u0026eacute;cie \u003cem\u003eMelolontha papposa\u003c/em\u003e pertence ao filo \u003cem\u003eArthropoda\u003c/em\u003e, classe \u003cem\u003eInsecta\u003c/em\u003e, ordem \u003cem\u003eColeoptera\u003c/em\u003e, fam\u0026iacute;lia \u003cem\u003eScarabaeidae\u003c/em\u003e, sub-fam\u0026iacute;lia \u003cem\u003eMelolonthina\u003c/em\u003e, g\u0026eacute;nero \u003cem\u003eMelolontha\u003c/em\u003e.\u003c/p\u003e","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":20,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Miriápodes","Icone_png":"ico_miriapodes.png","Morfologia":"O ovo é esférico, coberto de carenas, formando uma rede hexagonal.\u003cbr /\u003eA larva no 1º estádio possui 6 pares de patas e adquire um par suplementar em cada muda, ficando morfologicamente adulto ao 7º estádio.\u003cbr /\u003eO adulto é um pequeno centípede de 5 a 8 mm, cujo corpo é constituído por um tegumento mole e translúcido, deixando perceber o tubo digestivo. Possui antenas longas, 12 pares de patas e 15 segmentos dorsais de ângulos arredondados.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/miriapodes_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eScutigerella imacullata\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Os ataques a grãos e raízes manifestam-se por morte das plantas e crescimento lento, mais frequentes em hortícolas e em estufas. As plantas jovens de beterraba, milho e batateira são mais sensíveis aos estragos. Os sintomas na planta são semelhantes aos da carência de fósforo (folhas delgadas, onduladas, cor verde escura a violeta, colo de cor azul-arroxeado).\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/miriapodes_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eEstragos provocados por \u003cem\u003eScutigerella imacullata\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"A estimativa do risco pode ser feita recorrendo à técnica da flutuação, para confirmar a presença desta praga no solo. Esta consiste em mergulhar uma amostra de terra na água, a terra emerge na água e o centípede flutua. Não existe NEA para esta praga.","Meiosluta":"\u003cbr /\u003eA \u003cu\u003eluta cultural\u003c/u\u003e tem eficácia para diminuir a intensidade de ataque desta praga, através de mobilizações de Verão, deixando o solo nú durante os meses mais quentes.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href=\u0027http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026Fung/Culturas/milho.htm\u0027 target=\u0027_blank\u0027\u003eClick aqui para obter informação sobre a luta química.\u003c/a\u003e","Descricao":"Os miriápodes pertencem ao filo \u003cem\u003eArthropoda\u003c/em\u003e, classe \u003cem\u003eChilopoda\u003c/em\u003e, ordem \u003cem\u003eSymphyla\u003c/em\u003e, família \u003cem\u003eScutigerellidae\u003c/em\u003e, sendo a espécie \u003cem\u003eScutigerella imacullata Newport\u003c/em\u003e, a mais importante na cultura do milho.","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":11,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Morrão comum","Icone_png":"ico_morraocomum.png","Morfologia":"Pode afectar as folhas, a maçaroca e o colmo do milho. A espiga apresenta excrescências inicialmente verde-esbranquiçadas ou prateadas, podendo atingir dimensões até 15 cm. Quando se dá a ruptura da epiderme das excrescências há libertação de teliósporos. Na folha as excrescências podem variar de 6 a 12 mm.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/morraocomum_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/morraocomum_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eMorrão comum na espiga de milho.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"As espigas afectadas ficam inviáveis comercialmente.","Estrategialuta":"\u003cul\u003e\u003cli\u003eDesinfecção de sementes; \u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eLuta cultural\u003c/u\u003e: atrasar a sementeira; \u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eLuta genética\u003c/u\u003e: utilização de híbridos resistentes. \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"A infecção é local (por contacto, não é sistémica) e dá-se na plântula, nos tecidos em diferenciação e na espiga (estigma). Formam-se hifas haplóides, posteriormente dá-se a dicariotização e desenvolvimento do micélio (não sistémico). A infecção das espigas ocorre na altura da floração e só ocorre se existir inóculo (esporídios) e fonte de inóculo (solo e restolho).\u003cbr\u003eAs condições favoráveis ao aparecimento desta doença são:\u003cul\u003e\u003cli\u003ebaixa humidade e temperatura entre 26 e 34ºC; \u003c/li\u003e\u003cli\u003eelevada adubação azotada ou aplicação de adubos orgânicos; \u003c/li\u003e\u003cli\u003eocorrência de lesões\u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e"},{"Id":12,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Morrão das inflorescências","Icone_png":"ico_morraodasinflorescencias.png","Morfologia":"Na espiga dá-se o aborto floral e/ou os tecidos são substituídos por teliósporos (massa negra de esporos). Na folha as excrescências são lineares.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/morraoinflorescencias_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/morraoinflorescencias_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eMorrão das inflorescências.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Dá-se uma redução do porte, esterilidade e filodia.","Estrategialuta":"\u003cul\u003e\u003cli\u003etratamento de sementes; \u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eluta cultural\u003c/u\u003e: rotação e tratamento localizado do solo; medidas profilácticas na colheita. \u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eluta genética\u003c/u\u003e: utilização de cultivares resistentes. \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"A infecção é sistémica e ocorre na plântula, formam-se hifas haplódes, dá-se a dicariotização e o desenvolvimento sistémico do micélio. A infecção só ocorre se houver inóculo (teliósporos) e fonte de inóculo (solo).As condições favoráveis ao seu desenvolvimento são: \u003cul\u003e\u003cli\u003econcentração de teliósporos no solo; \u003c/li\u003e\u003cli\u003etemperatura do solo entre 21 e 28ºC; \u003c/li\u003e\u003cli\u003emoderada a baixa humidade no solo. \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e"},{"Id":13,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Morte de plântulas","Icone_png":"ico_mortedeplantulas.png","Morfologia":"A morte de plântulas é uma doença causada por fungos de solo. Esta doença ataca as plantas antes da floração, originando podridões na zona do colo. As sementes que não germinam apresentam um aspecto rosado.","Estragos":"Os colmos acabam por tombar na zona do colo. \u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/mortedeplantulas_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eColmos.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"As medidas de luta mais eficazes são: \u003cul\u003e\u003cli\u003eTratamento de sementes com mancozebe (160g s.a./100 kg de semente) ou tirame (80-120g     s.a./100 kg de semente); \u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eLuta cultural\u003c/u\u003e: fertilizações equilibradas de azoto e potássio; evitar sementeiras precoces; \u003c/li\u003e\u003cli\u003e\u003cu\u003eLuta genética\u003c/u\u003e: utilização de variedades resistentes. \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003e","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"As condições favoráveis ao seu aparecimento são as sementes infectadas e de qualidade inferior, as baixas temperaturas e a asfixia radicular."},{"Id":21,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Nóctuas ou roscas","Icone_png":"ico_noctuasouroscas.png","Morfologia":"O ovo da nóctua \u003cem\u003eAgrotis segetum\u003c/em\u003e é arredondado, com uma mancha castanha em espiral.\u003cbr /\u003eA larva apresenta um comprimento de 45 a 50 mm, coloração acinzentada e duas linhas paralelas mais claras na região mediana. A cabeça é avermelhada.\u003cbr /\u003eA larva da rosca \u003cem\u003eAgrotis ipsilon\u003c/em\u003e tem aproximadamente 45 mm de comprimento, apresenta uma coloração cinzenta com 4 pontos negros em cada segmento, dispostos em trapézio. A cabeça é castanha-amarelada. \u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/noctuasouroscas_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/noctuasouroscas_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eLarva de \u003cem\u003eAgrotis ípsilon\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eLarva de \u003cem\u003eAgrotis segetum\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003eO adulto da \u003cem\u003eAgrotis segetum\u003c/em\u003e tem 40 mm de envergadura, as asas anteriores castanho-escuro com manchas reniformes e circulares mais claras com uma orla fina de cor negra. No macho as asas posteriores são brancas e cinzentas na fêmea. O adulto da \u003cem\u003eAgrotis ipsilon\u003c/em\u003e tem 45 mm de envergadura, as asas anteriores são de cor castanha com uma zona mais clara no quarto apical e com uma mancha clara uniforme que se prolonga por um triângulo estreito de cor preta. As asas posteriores são de cor beje, muito pálido.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/noctuasouroscas_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/noctuasouroscas_4.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eAgrotis segetum\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eAdulto de \u003cem\u003eAgrotis ipsilon\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"As larvas de \u003cem\u003eAgrotis ipsilon\u003c/em\u003e alimentam-se das folhas mas é frequente os estragos estenderem-se ao pé da planta, ao nível do solo, provocando o seu emurchecimento e morte. Uma só larva pode destruir várias plantas. Mostram-se dependentes das condições climáticas as quais influem nas migrações e viabilidade dos ovos. Os ataques de \u003cem\u003eAgrotis segetum\u003c/em\u003e, apesar das larvas serem muito vorazes, aparecem de uma forma dispersa no campo enquanto que os ataques de \u003cem\u003eAgrotis ipsilon\u003c/em\u003e aparecem de uma forma massiva e brutal, em regra, seguidos da sua migração.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/noctuasouroscas_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eEstragos de \u003cem\u003eAgrotis ípsilon\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"A \u003cu\u003emonitorização de adultos\u003c/u\u003e de \u003cem\u003eAgrotis sp. \u003c/em\u003e faz-se através da instalação de armadilhas sexuais para estas espécies (ou outras que se considerem importantes na região). \u003cbr /\u003eA \u003cu\u003eestimativa do risco\u003c/u\u003e consiste na observação visual durante os períodos de capturas, de 100 plantas contíguas em 5 pontos ao acaso na parcela (500 plantas), percorrendo o campo na diagonal. Devem-se realizar contagens periodicamente após o início das capturas em armadilha sexual. Também se deve prospeccionar o solo em volta da planta para identificação dos estragos. O NEA é de 4 a 5 % de plantas atacadas, entre os estados fenológicos de 3 a 7 folhas .\u003ctable id=\u0027nea\u0027\u003e\u003ctr class=\u0027tit_tbl\u0027\u003e\u003ctd colspan=3\u003eEstimativa do risco\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=2\u003eNEA a referenciar\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr class=\u0027tit\u0027\u003e\u003ctd nowrap\u003eÉpoca de observação\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap\u003eMétodo de amostragem\u003c/td\u003e\u003ctd nowrap\u003eÓrgãos a amostrar\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003e1ª voo\u003cbr /\u003e(Abril)\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=3\u003eInstalação de armadilhas sexuais para captura de adultos e definição dos voos.\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=3\u003e500 plantas (100 contíguas em 5 pontos ao acaso na parcela (5 x 100));\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003ePercorrer o campo diagonalmente;\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eRealizar contagens periodicamente após início capturas em armadilha sexual.\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=3\u003e4 - 5% de plantas atacadas entre os estados fenológicos de 3 a 7 folhas.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003e2ª voo\u003cbr /\u003e(meio de Julho)\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003e3ª voo\u003cbr /\u003e(meio de Julho)\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Meiosluta":"As medidas de \u003cu\u003eluta cultural\u003c/u\u003e a fomentar são a destruição das infestantes hospedeiras na vizinhança da cultura (preferenciais para posturas e alimento das larvas nos 1os instares), lavouras profundas entre culturas porque trazem à superfície larvas e pupas toando-as vulneráveis aos predadores/sol e efectuar regas por inundação pode reduzir drasticamente populações de larvas e pupas.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href=\u0027http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026Fung/Culturas/milho.htm\u0027 target=\u0027_blank\u0027\u003eClick aqui para obter informação sobre a luta química.\u003c/a\u003e","Descricao":"As principais espécies de roscas que causam estragos no milho são \u003cem\u003eAgrotis ipsilon\u003c/em\u003e (Hufnagel) e \u003cem\u003eAgrotis segetum\u003c/em\u003e (Denis \u0026 Schiffermüller), pertencentes à ordem dos \u003cem\u003elepidópteros\u003c/em\u003e e família \u003cem\u003eNoctuidae\u003c/em\u003e. ","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":22,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Pirale do milho","Icone_png":"ico_piraledomilho.png","Morfologia":"\u003cp\u003eO ovo \u0026eacute; esbranqui\u0026ccedil;ado ap\u0026oacute;s a postura, mas evolui para amarelo escuro, n\u0026atilde;o apresentando estrias. \u003cbr /\u003eA lagarta apresenta uma colora\u0026ccedil;\u0026atilde;o acinzentada-clara, aparecendo, por vezes amarelada ou rosada. Apresenta diversos pontos negros em cada segmento, dispostos simetricamente. A cris\u0026aacute;lida \u0026eacute; um casulo de cor castanha-escuro.\u003c/p\u003e\u003ctable align=\"center\"\u003e\u003ctbody\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\"../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/piraledomilho_1.png\" alt=\"\" /\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\"../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/piraledomilho_2.png\" alt=\"\" /\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\"../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/piraledomilho_3.png\" alt=\"\" /\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003eLarva de \u003cem\u003eOstrinia nubilalis\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eCris\u0026aacute;lida de \u003cem\u003eOstrinia nubilalis\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eMacho Adulto de \u003cem\u003eOstrinia nubilalis\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/tbody\u003e\u003c/table\u003e\u003cp\u003eO adulto \u0026eacute; uma borboleta com 25 mm de envergadura, de cor castanha clara e com manchas em zig-zag mais escuras. Os sexos s\u0026atilde;o facilmente diferenci\u0026aacute;veis. Os machos s\u0026atilde;o mais pequenos que as f\u0026ecirc;meas e apresentam as asas de cor castanha mais escura, o abd\u0026oacute;men \u0026eacute; mais curto e n\u0026atilde;o ultrapassa as asas.\u003c/p\u003e","Estragos":"\u003cp\u003eNos \u0026uacute;ltimos instares a larva aloja-se no caule ou na espiga provocando estragos. Estes, podem ser ao n\u0026iacute;vel de m\u0026aacute; nutri\u0026ccedil;\u0026atilde;o das espigas por enfraquecimento geral da planta, de macera\u0026ccedil;\u0026atilde;o e quebra do ped\u0026uacute;nculo das espigas, de dificuldade de colheita mec\u0026acirc;nica provocada pela quebra dos caules e de quebra de produ\u0026ccedil;\u0026atilde;o devido \u0026agrave; actividade das larvas.\u003c/p\u003e\u003ctable align=\"center\"\u003e\u003ctbody\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\"../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/piraledomilho_4.png\" alt=\"\" /\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\"center\"\u003e\u003ctd\u003eEstrago provocado por \u003cem\u003eOstrinia nubilalis\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/tbody\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"\u003cp\u003eA \u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003emonitoriza\u0026ccedil;\u0026atilde;o\u003c/span\u003e dos adultos faz-se recorrendo \u0026agrave; instala\u0026ccedil;\u0026atilde;o de uma armadilha sexual em meados de Abril e, posteriormente, proceder a observa\u0026ccedil;\u0026otilde;es e registos semanais das capturas. A indica\u0026ccedil;\u0026atilde;o de presen\u0026ccedil;a ou aus\u0026ecirc;ncia da praga e a delimita\u0026ccedil;\u0026atilde;o dos voos \u0026eacute; dada pelas capturas em armadilha. \u003cbr /\u003eA \u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eestimativa do risco\u003c/span\u003e na 1\u0026ordf; gera\u0026ccedil;\u0026atilde;o come\u0026ccedil;a em Abril-Maio e na 2\u0026ordf; gera\u0026ccedil;\u0026atilde;o em Julho-Agosto, ap\u0026oacute;s o in\u0026iacute;cio do voo. Periodicamente, a partir do estado de \u0026ldquo;joelheiro\u0026rdquo; devem-se observar 100 plantas (10 plantas cont\u0026iacute;guas em 10 pontos ao acaso). \u003cbr /\u003eAs observa\u0026ccedil;\u0026otilde;es devem incidir sobre o caule e em 5 folhas (folha inserida acima da espiga, duas imediatamente acima e duas imediatamente abaixo). \u003cbr /\u003eA \u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003etomada de decis\u0026atilde;o\u003c/span\u003e do melhor meio de luta a adoptar, apenas se deve efectuar quando o NEA desta praga for atingido.\u003c/p\u003e\u003ctable id=\"nea\" class=\"zebra\"\u003e\u003cthead\u003e\u003ctr\u003e\u003cth colspan=\"3\"\u003eEstimativa do risco\u003c/th\u003e\u003cth rowspan=\"2\"\u003eNEA a referenciar\u003c/th\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003cth nowrap=\"nowrap\"\u003e\u0026Eacute;poca de observa\u0026ccedil;\u0026atilde;o\u003c/th\u003e\u003cth nowrap=\"nowrap\"\u003eM\u0026eacute;todo de amostragem\u003c/th\u003e\u003cth nowrap=\"nowrap\"\u003e\u0026Oacute;rg\u0026atilde;os a amostrar\u003c/th\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/thead\u003e\u003ctbody\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003e1\u0026ordf; gera\u0026ccedil;\u0026atilde;o\u003cbr /\u003e(Abril - Maio)\u003c/td\u003e\u003ctd rowspan=\"2\"\u003eObserva\u0026ccedil;\u0026atilde;o visual\u003cbr /\u003eInstala\u0026ccedil;\u0026atilde;o de armadilhas sexuais (ap\u0026oacute;s o in\u0026iacute;cio do voo ou assim que se come\u0026ccedil;am a observar estragos) para captura de adultos e defini\u0026ccedil;\u0026atilde;o dos voos.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e100 plantas = 10 cont\u0026iacute;guas numa fila x 10 pontos aleat\u0026oacute;rios do campo.\u003c/td\u003e\u003ctd\u003eSE\u0026gt;= 1 larva/planta\u003cbr /\u003eCalculo de SE:\u003cbr /\u003eSE= P*N/L \u0026gt;100\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr\u003e\u003ctd\u003e2\u0026ordf; gera\u0026ccedil;\u0026atilde;o\u003cbr /\u003e(Julho - Agosto)\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e100 plantas = 10 cont\u0026iacute;guas numa fila x 10 pontos aleat\u0026oacute;rios do campo\u003cbr /\u003eObservar 5 folhas (a folha inserida na espiga, as duas imediatamente acima e as duas imediatamente abaixo).\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e10 - 20 posturas / 100 plantas\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/tbody\u003e\u003c/table\u003e","Meiosluta":"\u003cp\u003eA \u003cspan style=\"text-decoration: underline;\"\u003eluta cultural\u003c/span\u003e \u0026eacute; poss\u0026iacute;vel recorrendo ao corte e esmagamento dos caules com grade de discos, reduzindo drasticamente a popula\u0026ccedil;\u0026atilde;o das larvas durante o Inveo. A efic\u0026aacute;cia desta opera\u0026ccedil;\u0026atilde;o ser\u0026aacute; maior se, seguidamente, for feita uma lavoura profunda (20 a 30 cm). \u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href=\"http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026amp;Fung/Culturas/milho.htm\" target=\"_blank\"\u003eClick aqui para obter informa\u0026ccedil;\u0026atilde;o sobre a luta qu\u0026iacute;mica.\u003c/a\u003e\u003c/p\u003e","Descricao":"\u003cp\u003eA pirale do milho pertence \u0026agrave; classe dos insectos, ordem dos \u003cem\u003elepid\u0026oacute;pteros\u003c/em\u003e e fam\u0026iacute;lia \u003cem\u003ePyralidae\u003c/em\u003e.\u003c/p\u003e","Biologia":"Informação Não Disponível"},{"Id":5,"NomeCultura":"Arroz","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Piriculariose","Icone_png":"ico_piriculariose.png","Morfologia":"O sintoma manifesta-se por uma queimadura, em geral, com forma fusiforme, de cor verde-azulada, ou castanho-acinzentada, no começo da infecção, toando-se mais tarde cinzento-esverdeada com as margens castanhas.","Estragos":"Pode atacar folhas, espiguetas, nós do colmo e colmo. As lesões no limbo da folha variam de acordo com o grau de resistência da variedade, idade da folha e condições ambientais. A zona mais frequente de ataque é a zona ligular, especialmente da folha bandeira, por frequente acumulação de água. As infecções no colo da panícula são especialmente destrutivas, uma vez que em ataques severos provocam a perda de produção da panícula.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/piricularia_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/piricularia_2.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd colspan=2\u003eEstragos provocados por \u003cem\u003ePyricularia oryzae\u003c/em\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"Antes de mais, é necessário ter a noção de qual a época mais propícia para o aparecimento dos primeiros focos e de quais os locais mais propícios aos primeiros ataques. Assim, normalmente em fins de Junho princípios de Julho, habitualmente em zonas que criam nevoeiros matinais, zonas dentro dos canteiros com grande densidade de plantas, locais onde se praticou um excesso de adubação azotada, sendo sempre necessário equacionar as condições de humidade relativa e temperatura.\u003cbr /\u003eÉ de grande ajuda para o seguimento da doença dispor de sensores que permitam conhecer as condições climáticas determinantes para o desenvolvimento do ciclo de infecção do fungo, como são os dados horários de temperatura e humidade relativa, tanto a nível zonal, através de estações meteorológicas, como ao nível da cultura, através do uso de termohigrografos digitais. Com alguma importância, o uso de caça-esporos, colocados a diferentes alturas, com o objectivo de acompanhar o quantitativo de esporos têm alguma utilidade, muito embora só foeça uma informação parcial.","Meiosluta":"Os meios de \u003cu\u003eluta cultural\u003c/u\u003e desempenham um papel muito importante no combate à doença. Devem evitar-se sementeiras tardias uma vez que proporcionam um maior tempo de exposição da cultura em fase de susceptibilidade à doença, as adubações azotadas devem ser equilibradas, pois quando em excesso os tecidos vegetais oferecem menos resistência mecânica à penetração do fungo. Densidade de plantas é um factor chave, uma vez que altas densidades diminuem o arejamento e levam à permanência de água livre durante mais tempo e humidades relativas mais elevadas. É prejudicial manter os canteiros muito tempo sem água, pois levam a um aumento de salinidade e stress hídrico toando as plantas mais susceptível ao fungo. É conveniente efectuar-se a destruição do restolho e infestantes, diminuindo a existência do inóculo inicial.\u003cbr /\u003eCom o recurso a termohigrografos pode-se ter acesso ao período de humectação. No caso da piriculariose necessita de humidade relativa superior a 90% e temperatura entre 22 e 29 ºC durante 8-14 horas consecutivas, existindo então condições para se dar a infecção dos tecidos. ","Descricao":"Esta doença é talvez uma das mais importantes e graves doenças do arroz, sendo um problema em praticamente todos os locais onde se produz arroz. \u003cbr /\u003eOs conídeos de piricularia, vistos ao microscópio, possuem uma forma de pêra, dando este aspecto o nome à doença. No interior podem-se distinguir dois septos. Os conídeos surgem por multiplicação vegetativa na extremidade dos conidióforos. ","Biologia":"Com a chegada das temperaturas mais amenas e humidades relativas elevadas o micélio presente no restolho infectado esporula, produzindo conídeos que constituí a fonte primária de infecção. Outra fonte de inóculo é o micélio presente nas sementes de arroz, presente habitualmente entre as glumelas. Mas algumas infestantes são tidas como focos primários de inóculo.\u003cbr /\u003eO transporte dos conídeos é efectuado pelo vento ou pela água de inundação. Uma vez sobre a planta começa o ciclo de infecção, consistindo na germinação dos esporos através da emissão de um tubo germinativo, com a formação de um apressório na extremidade, em seguida dá-se a penetração da cutícula e epiderme após o que se dá a formação das hifas, entre elas conidióforos que produzirão novos conídeos. Este ciclo pode repetir-se bastantes vezes, dando origem a infecções secundárias, acabando em casos extremos por provocar epidemias.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/arroz/piricularia_3.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eCiclo de infecção de \u003cem\u003ePyricularia oryzae\u003c/em\u003e.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e \u003cbr /\u003eEm condições óptimas de humidade relativa e temperatura do ar, o ciclo completa-se em 5-6 dias, com a emissão de 2000-5000 conídeos por mancha e por dia, particularmente durante a noite, com um período de esporolação de cerca de uma semana, dando ideia do potencial multiplicativo e de infecção da doença. A severidade dos ataques é favorecida por períodos nublosos frequentes e chuvas contínuas. O ciclo da doença termina com a hibeação dos conídeos, principalmente nos restos vegetais.    \u003cbr /\u003eA infecção é mais fácil em tecidos tenros como limbos em expansão, nas panículas jovens, podendo estas ser atacadas na altura do espigado. A panícula vai aumentando a sua resistência com a idade. \u003cbr /\u003eDe uma forma resumida as condições necessárias para que ocorra infecção: existência de inóculo; variedade susceptíveis à doença; temperaturas entre 22 e 28 ºC; presença de água livre nas folhas."},{"Id":14,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Doença","NomePragaDoenca":"Podridão bacteriana","Icone_png":"ico_podridaobacteriana.png","Morfologia":"Esta bactéria provoca o emurchecimento repentino ou não da planta e a podridão mole e torção dos entrenós na região do colmo acima do colo, notando-se um cheiro desagradável no campo de milho. ","Estragos":"Provoca a morte das células na extremidade das folhas e a podridão mole na zona da base.\u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/podridaobacteriana_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eSintomas de podridão bacteriana.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estrategialuta":"Os meios de luta são preventivos: utilização de híbridos resistentes e evitando elevadas densidades de sementeira.","Meiosluta":"Informação Não Disponível","Descricao":"Esta doença é provocada pela bactéria \u003cem\u003eErwinia chrysanthemi\u003c/em\u003e pv. Zeae. ","Biologia":"As condições favoráveis ao aparecimento desta doença são:\u003cul\u003e\u003cli\u003eTemperaturas elevadas (30-35ºC); \u003c/li\u003e\u003cli\u003eHumidade elevada (rega por pivot, encharcamento, baixa circulação de ar). \u003c/li\u003e\u003c/ul\u003ePara haver infecção, que se dá através dos estomas, hidátodos e lesões, tem que existir inóculo (células bacterianas com vida saprofitica no restolho e/ou no solo)."},{"Id":23,"NomeCultura":"Milho","Tipo":"Praga","NomePragaDoenca":"Ralos","Icone_png":"ico_ralos.png","Morfologia":"É um insecto de coloração vermelho-acastanhado com 4 a 5 cm de comprimento; que possui as peças bucais muito fortes e as patas anteriores escavadoras muito robustas.   \u003ctable align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003e\u003cimg src=\u0027../../Content/Images/pragasdoencas/proteccaofito/milho/ralos_1.png\u0027\u003e\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003ctr align=\u0027center\u0027\u003e\u003ctd\u003eRalo adulto a emergir do solo.\u003c/td\u003e\u003c/tr\u003e\u003c/table\u003e","Estragos":"Os estragos provocados são causados pelas larvas que, ao abrirem as galerias à procura de alimento, cortam as raízes das plantas (ANPROMIS, 2000).","Estrategialuta":"A estimativa do risco consiste em observar a existência de galerias. O NEA recomendado é tratar na presença de galerias.","Meiosluta":"O meio de luta mais eficaz no combate a esta praga é a luta cultural baseada em mobilizações que destroem as galerias.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003ca href=\u0027http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitofarmaceuticos/guia/finalidades_guia/Insec\u0026Fung/Culturas/milho.htm\u0027 target=\u0027_blank\u0027\u003eClick aqui para obter informação sobre a luta química.\u003c/a\u003e","Descricao":"Informação Não Disponível","Biologia":"Informação Não Disponível"}],"Total":23,"AggregateResults":null,"Errors":null}